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O P I N I Õ E S

 

Sobre Sônia van Dijck, disse Adylla Rabello:

"Conheci-a no Curso de Letras da Universidade Federal da Paraíba, no começo dos anos 80. (...) Comecei ouvindo-a falar de um escritor de Palmares- PE, que se tornara grande na literatura e na dramaturgia brasileiras: Hermilo Borba Filho. Seu entusiasmo crescente em torno da obra hermiliana levou-a a adotá-la como corpus de seus estudos nos cursos de Mestrado (UFPB) e Doutorado (USP)"...

(Aplaudindo a Grande Mestra. A semana, João Pessoa, ano 5, n. 218, 22-29 ago. 2003, p. 21.)

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Sobre Ascendino Leite entrevista Guimarães Rosa (João Pessoa: Ed. Universitária/UFPB, 1999)

- disse Luiz Antônio Mousinho Magalhães:

"Na primeira parte do livro, a organizadora discute aspectos da obra de Guimarães, sobretudo trazendo à tona vários dados sobre a gênese de Sagarana, em suas várias etapas. Na apresentação, Sônia van Dijck prefacia ainda a entrevista propriamente dita e nas terceira e quarta partes do livro, traça, respectivamente, minuciosa cronologia da vida e obra de Guimarães e delineia perfil biográfico de Ascendino".

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- disse Constância Lima Duarte:

"A responsável pela localização e publicação de tão importante material é Sônia van Dijck, professora da UFPB, doutora em Literatura Brasileira pela USP e ex-presidente da ANPOLL. As investigações que Sônia realizou em arquivos e bibliotecas do país acerca dos manuscritos e da correspondência de Hermilo Borba Filho, José Lins do Rego e Olívio Montenegro tornaram-na conhecida nacionalmente e respeitada como uma especialista da gênese textual e na Crítica Genética."

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Sobre Guimarães Rosa. Escritura de Sagarana (São Paulo: Navegar, 2003)

- disse Luiz Ruffato:

"Partindo da constatação da importância da reescritura na obra de Guimarães Rosa, Sônia van Dijck tentou rastrear a história da construção do primeiro livro do escritor, Sagarana, justamente aquele que o catapultou, já na estréia, ao restrito grupo dos gênios da literatura brasileira. A pesquisadora, usando técnicas próximas das investigações detetivescas, sai em busca das pistas que poderiam levá-la ao original primeiro e, através dele, perseguir e explicitar as várias mudanças levadas a termo pelo autor. Esse é o objetivo do livro Escritura de Sagarana.

(As veredas de Sagarana. Jornal da USP, São Paulo, 4-10 ago. 2003, p. 14.)

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- disse Maria Vilani de Sousa:

"Gostoso de ler, como um prato da cozinha mineira, esta Escritura de Sagarana, de Sônia van Dijck, 'dá matéria para uma sagarana de meditação', como disse Guimarães Rosa, falando sobre a poesia de Drummond, na citada entrevista a Ascendino Leite e transcrito por Sônia.

Texto e cd se complementam na escritura de Sônia, como ela mesma diz na apresentação do livro. Mas são materiais independentes e propiciam duas viagens distintas ao universo de Guimarães Rosa. E é uma viagem prazerosa, como ela queria."

(Os caminhos e as veredas multimídias da escritura de Sônia van Dijck.

Texto lido no lançamento do livro em João Pessoa, no Restaurante Sagarana, 22 ago. 2003.)

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Sobre Confidências. Exercícios líricos (João Pessoa: Ed. Universitária/ UFPB, 2003)

- disse Arriete Vilela:

"Explorando as possibilidades do espaço intersemiótico, os poemas desenvolvem temáticas como a da solidão, a da saudade, tendo alguns um certo tom erótico. No espaço transtextual, a autora retoma Drummond, Bandeira e, em um texto, brinca com a medieval cantiga de amigo."

(Escrituras e confidências. Primeira edição, Maceió, 1 set. 2003, B, p. 3.)

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- informa William Costa:

"Geraldo Profeta Lima (que também fez a arte da capa) e Sônia van Dijck assinam as fotos. Na trilha sonora de Clave de Sônia, "Canção", de Hélio de Oliveira Sena, executada pelo Quinteto Itacoatiara; na de Nada exemplares, "Caminhada", de José Maria de Oliveira, também executada pelo Itacoatiara (cd rom Escritura de Sagarana tem na trilha sonora "Ladaíndia", de Paulo Ró [por] Fernando Pintassilgo)."

(Sônia van Dijck lança livro hoje. O Norte, João Pessoa, 22 ago. 2003)

Sobre os poemas

- disse Cunha de Leiradella:

"sônia, querida,
como já (e sempre) lhe disse, você consegue pintar uma síntese na pele dos seus poemas que muito raramente se vê na poesia de hoje. mesmo aqueles poetas que, assumidamente, dizem fazer hai-kais (que não é o seu caso), nem eles conseguem o que você consegue. talento é talento e estamos conversados.
beijo
leiradella"

(Mensagem trocada via internet, jun. 2004 - com autorização do remetente para publicação nesta página)

"senhora, permite que eu externe o que sinto depois de ler o seu "teatro"? pois, com permissão ou sem ela, aí vai: puta que o pariu! em treze palavras foi dito tudo que tinha que ser dito. e finis. e lhe digo mais. a agenda 2005 do seu sindicato devia ser distribuida a todos os brasileiros como semente cultural. e, quando digo a todos os brasileiros, quero dizer, exatamente, a todos. um poema como este merece ficar gravado na mente de todo mundo. na minha, inclusive. parabéns. acho que já lhe disse, e se disse, repito, e se não disse, digo agora: é uma honra para mim ser seu amigo.
beijo maior do mundo, leiradella
" (para ler o texto comentado, clique)

(Mensagem trocada via internet, fev. 2005 - com autorização do remetente para publicação nesta página)

- disse José-Augusto de Carvalho:

"Na economia das palavras, a Palavra. Lindo!
José-Augusto"

(Mensagem trocada via internet, out. 2004 - com autorização do remetente para publicação nesta página)

- disse Elpídio Navarro, comentando o poema "Teatro":

"Como se diz muito com poucas palavras..."

(Comentário no site http://www.eltheatro.com/critica.html , 9 maio 2005)

- disse Vânia Freire:

"Li suas Confidências, suas claves. Seus poemas são verdadeiros recortes da vida. É impressionante o seu poder de síntese."

(Mensagem trocada via internet, 22 jul. 2007 - com autorização da remetente para publicação nesta página)

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- disse Aleilton Fonseca:

"Os poemas da "Clave de Sônia" e do "Nada exemplares" são (en)cantos de uma lírica segura em que a síntese, a objetividade, a leveza e a figuração de imagens e espaços sugerem idéias, situações e possibilidade, exprimindo uma visão de mundo vivida e bem resolvida."

(Mensagem trocada via internet, 7 out. 2007 - com autorização do remetente para publicação nesta página)

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Sobre o conto "Travessia"

- disse Constância Lima Duarte:

"Querida Sônia,
Assim que seu conto chegou fiz uma rápida leitura, e, agora, reli com mais atenção.
Sabe o que acho? que você encontra sempre o time certo de cada narrativa. E não é todo mundo que consegue. Seu texto é enxuto na medida certa, e a trama se revela com sutileza para o leitor, que ao mesmo tempo é surpreendido e envolvido pelas palavras. Gostei mesmo."

Para ler o conto clique

(Mensagem trocada via internet, 28 nov. 2005 - com autorização da remetente para publicação nesta página)

Sobre o conto "A escolhida"

- disse Giovanna Soalheiro Pinheiro:

"Abordando o entrechoque cultural e humano-social, percebe-se que Sônia van Dijck focaliza, também, a condição social e os cargos exercidos por brancos e negros no país. O conto além de relatar as diferenças culturais, nos informa sobre as desigualdades provenientes da estrutura social e política do país e que têm suas origens no próprio processo de colonização fundado no escravismo e no sistema latifundiário."

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Sobre sua obra poética

- disse Giovanna Soalheiro Pinheiro:

"Não raro, encontramos em sua obra, poemas que perguntam sobre si mesmos e que dialogam com produções anteriores: são, portanto, marcados pela metalinguagem e pela intertextualidade, signos da modernidade. Detentora de uma obra literária de cunho elevadamente confessional, Sônia, não faz mais que relatar o seu estado psicológico perpassado por elementos lingüísticos e literários, que evocam a sua condição de poeta em busca do objeto de criação, as palavras."

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Para adquirir

- Guimarães Rosa. Escritura de Sagarana

navegareditora@superig.com.br

livros@livrariacultura.com.br

ufpbeditora@bol.com.br

- Confidências. Exercícios líricos

ufpbeditora@bol.com.br

Leia também reportagem de CYNARA MENEZES sobre a pesquisa de Sônia van Dijck

Midi: Fantasia (Chopin)

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