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POEMAS de S Ô N I A van D I J C K

LES MOTS ENDORMIS >>>

 

 

Devota do Tempo,

a cada manhã

me reinvento.

FORMAS SIMPLES

 

Quem tem telhado de vidro
deixa a pedra no caminho.

E, se tem rabo de palha,
jamais prefere o cozido.

Nunca se viu cordeiro
de lobo ser travestido.

Depois da tempestade,
vem mesmo a limpeza da lama.

PARTIDA

sem tempo de adeus
repetem-se as rendas das ondas
e o horizonte vazio
do porto de quem fica

 

Publicados em Agenda 2006, João Pessoa, ADUFPB, jan. 2006.

LEÇON

 

Face à

la mort douce et lente

de ma rose

j'apprends

à perdre...

 

Paris, 16 -11-2007

SOLITUDE

 

Envie de tendresse.

Prière.

Silence.

 

 

7-01-2007

SANS PROJET

 

Pour Aglaé

Je pense
à moi
envie
et espoir.

Je pense
à toi
sans éternité.

Jampa, 8-01-2007

PROFIL D'UN MOT

Pour Pierre

Saudade:

souvenir d'un goût

d'une odeur d'épices

et de la chaleur

d'une nuit d'automne.

Saudade:

mot-océan.

29-12-2006

 

Publicados em (Re)Versos. São Paulo: Navegar, 2008.

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Fotos: Sônia van Dijck e Geraldo Profeta Lima

Midi: O bolero (Ravel)

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LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998